As fadas são seres de luz. São elas que se transformam nas cintilações quando a luz do sol bate na água. São a emoção de existir quando uma flor desabrocha, quando um bebê de qualquer tipo nasce ou quando um novo jogo é inventado e jogado. As fadas são o meio pelo qual a alegria é transmitida dentro de um sistema ou de um ser físico. Sua alegria clara e cintilante é intensa e espontânea. As próprias fadas são pontos de beleza. Ao reconhecer a beleza de uma coisa, lugar ou acontecimento, vocês reconhecem a participação das fadas. Elas adoram coisas alegres - festas de aniversário, sinfonias no parque, jogos, brincadeiras e risos. O brotar, desabrochar, abrir, a maturidade e as sementes de uma flor para elas podem ser tão ricos como toda uma vida humana. Elas acrescentam alegria ao sadio e restauram o cansado. Fala-se com fadas, assim como com duendes, por meio de gestos. Quando vocês molham seu jardim, suas fadas locais ouvem seu cuidado. Quando vocês inspiram a felicidade de estarem vivos ao sol, no vento, entre os aromas da primavera ou verão ou inverno ou outono, elas rodopiam alegremente à sua volta, como minúsculos insetos rodopiam e dançam no ar no fim das tardes. Elas adoram os sons de coisas vivas, desde rãs até pássaros, passando pelo zumbido dos insetos. Quando vocês apreciam o que está vivo, comunicam essa alegria diretamente a elas, que respondem com pequenos afagos cheios de deleite. Adoram crianças de todos os tipos. Lembram-se de que quando eram crianças, às vezes riam sem nenhuma "boa" (adulta) razão? As fadas estavam em sua aura, revigorando e avivando, fazendo reluzir sua beleza e rindo seus risos miúdos e poderosos de puro deleite.
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sexta-feira, 11 de março de 2011

as fadas existem sim




No início do século XX, duas primas, Frances Griffiths e Elsie Wright (filha de Arthur Wright), tiraram uma série de fotografias a supostas Fadas em Cottingley, Inglaterra.
As fotografias foram tiradas em 1917, quando Elsie, de 16 anos de idade, pediu a câmara emprestada ao pai e foi tirar fotografias com a sua prima de 10 anos. As fotografias causaram logo impacto nas pessoas quando foram publicadas por Sir Arthur Conan Doyle (autor de Sherlock Holmes) em 1920.
Claro que as fotos foram enviadas a peritos em falsificações, mas nenhum foi capaz de descobrir como as miúdas “falsificaram” as fotos, por mais duvidosas que pareçam. Ainda hoje os peritos não sabem como o fizeram com os recursos que tinham na época. Na altura foram entregues às meninas rolos selados para elas tirarem fotos às supostas fadas, sem que essas conseguissem modificar as fotografias de qualquer maneira. Depois foram mandados revelar no sítio próprio e resultaram mais fotos, incluindo a fotografia de um “gnomo”.
Hoje em dia existem fotografias e impressões das ditas fotografias, mas as fadas parecem de papel ou um tecido qualquer, isso se deveu ao fato de que as fotos, depois de digitalizadas, foram retocadas uma vez que as originais não possuíam grande qualidade.
Outros fatos são, como foram as crianças capazes de colocar uma figura de papel ou outro tecido em cima de uma folha na vertical, sem que esta caísse? A mesma questão se coloca na foto em que uma das fadas está a saltar para cima de uma das crianças. E se fossem de papel o vento provavelmente iria fazer com que as asas mexessem, e isto não se verifica na fotografia em que aparece a cascata, ora, julgando pelo efeito de longa exposição na cascata, o mesmo devia acontecer com o movimento do papel. Outras razões são as transparências nas fotos.
Na foto da cascata tudo parece muito duvidoso, a posição dos cogumelos, a relva, a cascata, tudo como num conto de fada, mas investigações feitas ao Vale da Fada, provaram que os cogumelos e etc. estão lá posicionados da mesma forma.
É um mistério ainda hoje por resolver, tanto para quem acredita que são mesmo fadas como para os peritos em falsificações de fotografias.

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